sexta-feira, 7 de novembro de 2008

do almeidosk para a pauloska

Ontem, hoje e o amanha – estações da vida

Ontem vivi triste
Alegrias de descontente
Altos e baixos iam e retornavam
Ate de mim me tornar ausente
Ontem sofri as agruras
O prazer das diabruras.
O crescer da minha prol
De onde subsistem amarguras
Ontem fiquei perdido
Tentei me encontrar fugindo
Talvez noutro mundo caído
Ou dai… outro mundo fingindo
Hoje… hoje tenho a ti
Mais correcto seria dizer “nós”
Pois de repente e sem esperar
Tive quem ouvisse a minha muda voz
Hoje… anseio tua chegada
Mesmo que calma e cansada
Não negas amor, não negas ouvir
E fazes de mim uma pessoa amada
Hoje amo-te todos os dias
Da alvorada ao crepúsculo
Um beijo terno, um afago
E selar a noite com o sentido ósculo
Amanha será a nossa felicidade
Construção iniciada faz meses
Não digo que sejam tudo rosas
Pois haverá também revezes
Amanha não vejas mal
Dos viveres já passados
Pois porventura de ambos
Para isto estaríamos destinados
Amanha seremos um só
Fruto do amor e do desejo
O crepitar de nossos corações
O sentir lá fundo em amor o latejo

Ontem foi mau e mal vivi
Foi o verdadeiro Inverno
Mas tu deste-me a mão
E retiraste-me do inferno
Hoje respiro com mais vontade
Já quase arfo e me sinto uma fera
Pois perdido tanto tempo
E eis que me deste a primavera
Amanhã caminhamos lado a lado
Satisfazendo nosso coração
E eis que feliz e com alma
Me sentirei contigo em pleno verão!

Rui Almeida, 14 de Fevereiro de 2007
com amor para Paula Alexandra
16:50


Ontem, hoje e o amanha – estações da vida

e a foto do k lhe dei no 1o aniversario juntos
Tu – Meu amor!


Preciso de ti
Anseio-te ter
Uma necessidade completa
Ligado ao meu coração
Amor completo, por fim

Amo-te - já te disse?
Lentamente nos amamos
Embrenhados em sentir
Xintoismo – Budismo
A religiosidade não implícita
Não o quero saber
Dúvidas, tão somente dúvidas
Reviver o grande amor
Aqui, junto a ti

Sentir o teu carinho
Inventar de novo o “Amor”
Libertar-me de passado falho
Viver por fim, feliz
A necessidade que de ti me dá

De onde surgiu?
Ah! Fosse assim importante…

Corremos para o amor
Oralizamos os nossos desejos
Sentimos nossos beijos
Tratamos nossos anseios
Amamos, tão somente amamos

Perdoa não dizer tudo
Acho que compreenderas
Inventei este poema
Variando o teu nome
A dizer por fim o que sinto – AMO-TE!

06 de Dezembro de 2006, 21:45



Esperança

Seguro tuas mãos
E quem se sente seguro
Sou eu…
Seguro a tua cara
Entre minhas mãos luzindo
E quem se sente iluminado,
Sou eu…
Falo para ti
Te enchendo o coração
E quem se satisfaz
Sou eu…
Acaricio a tua pele
Dedilhando-a entre beijos
E quem sente a carícia
Sou eu…
Este sentido amor
É o que espero
Para nosso resto
De vivência ou sapiência
O beijar e ser beijado
O amar e ser amado
O acariciar e ser acariciado
Ate que nossos ossos
Pela morte se separem
eu quero ser um tu
Que encontrei numa praia
E não quero mais perder
Quero ser a briza
Uma manha que se alvora
Para o mais completo amor
Que um homem pode oferecer
Eu quero ser feliz
Por finalmente sentir
Que por fim e sem glória
Te fazer feliz a ti
Amo-te Paula!

06 de Dezembro de 2006, 21:30

3 comentários:

Anónimo disse...

Como o amor é lindo!!!!!Gosto mto de vcs os dois seus fronhas bjokas da princi

Anónimo disse...

que o vosso amor dure sempre assim muitas felicidades para os dois jinhos andreia_almeida

Anónimo disse...

ta bue giro o poema sim senhoe e pena ser bue de grande mas parabens tens bom gosto e felicidades pa voces dois k dure por muitos e longos anos esse vosso amor k e lindo bjokas da meninafeia lol